Busca

Rede de Divulgação

Noticia

Educador financeiro comenta a alta do mercado de ações

O especialista em educação financeira, Uesley Lima, comenta sobre a alta do mercado de ações e os motivos que levam a isso.


São Paulo | 05/10/2018


A maioria das pessoas se questiona sobre as constantes oscilações do mercado de ações, mas o que grande parte delas se esquecem é que muito tem a ver com as decisões políticas do País. Por exemplo, após a divulgação nesta semana das intenções de voto para Presidente da República pelo Instituto Datafolha, a Bolsa de Valores abriu no dia seguinte com 3,70% de alta.

O especialista em Educação Financeira e Fundador do Grupo The One, Uesley Lima, afirma que a espera de um novo governo tem animado os investidores da Bolsa de Valores fazendo com que exista esperança de um novo rumo para o país.

A importância da Bolsa de Valores ainda é pouco considerada pelo público brasileiro, uma vez que esse mercado mobiliza todo um país. Para efeito de comparação, o Brasil possui aproximadamente 6,3 milhões de registros formais de empresas, sendo que o país tem 17 milhões de registros de empresas se contarmos com os autônomos, e seria ainda maior se adicionássemos todas as empresas informais não registradas nesses indicadores. Já a bolsa de valores possui menos de 700 mil investidores. Nos Estados Unidos, por exemplo, mais de 16 milhões de famílias americanas possuem ações em Wall Street, o que representa 13,8% do total, bem diferente da realidade dos investidores brasileiros.

Segundo Lima, "a Bolsa de Valores no Brasil ainda não é cultura devido à falta de investimento em Educação Financeira dos governos e também das pessoas por si só, mesmo com o crescente aumento do interesse da população em melhorar suas finanças e das empresas ingressarem na Bolsa. Estamos muito longe do ideal para um país como o nosso".

Uma simulação realizada pelo Centro de Estudo de Mercado de Capitais da Fipe (Cemec) e publicada na edição deste ano do Anuário Estatístico das Companhias Abertas da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), utilizando dados como redução no crédito do BNDES, queda dos juros e crescimento da economia, projeta que a quantidade de empresas na bolsa brasileira poderá quase dobrar nos próximos 10 anos, com 317 novas companhias.

"O momento ideal para aprender sobre esse mercado é agora, não dá para os já investidores tradicionais e os que desejam investir perderem a oportunidade de estar neste mercado", reforça o educador financeiro, que dedica seu tempo diariamente para ensinar pessoas com e sem experiência a operarem na Bolsa de Valores gratuitamente.

Website: http://www.grupotheone.com.br